Outras coisas que você pode gostar
Já abraçou alguém com aquela vontade de não soltar nunca mais?
Diego Castro. (via autoria)
Tragava poesia.
Cuspia solidão.
Chorava amor.
E renascia da escuridão.
Duas amigas no sétimo andar. (via caos-poetico)
Eu apenas te peço que fique. Fique quando eu estiver chata, quando eu estiver com ciumes. Fique quando eu ficar apontando defeitos em suas amigas, quando eu te mandar ir com as outras. Fique quando eu parecer estar feliz sem você, quando eu não pedir para você ficar, quando o meu orgulho for maior que minha vontade. Apenas fique e entenda que eu preciso de você ao meu lado. Fique pelo simples fato de eu amar você.
Isa Vieira. (via justhiss)
Nós duas, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntas. Imagine só. Não precisaríamos ser namoradas, nem casadas, nem nada disso. Apenas amigas. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós duas estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntas. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do seu quarto estar bagunçado demais e a minha cama ser perfeita para nós duas. Eu teria medo do escuro sem você. E eu andaria apenas com roupas íntimas, e você fingiria não se importar. E eu fingiria acreditar. Eu fugiria de você, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra você não mudar o canal. E você me pegaria, e ficaríamos abraçadas até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas uma no outra e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçadas, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de Ficção Científica em que eu choraria do começo ao fim, e você riria de mim e comigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. Você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Eu não me importaria com a sua bagunça diária, nem com a sua toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando algo e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Suas amigas viriam te visitar, e eu choraria em silêncio, no escuro do meu quarto. Até elas irem embora e você ir dormir comigo, e perguntar se chorei. Eu negaria. Você acreditaria. Me acordaria no meio da noite para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntas. Me acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntas, levar ele para passear. E você decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós duas e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e eu perguntaria em que você estaria pensando. Você mentiria e me perguntava o mesmo. Eu mentiria. Eu iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto você ia para seu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Você me amaria, em silêncio. Eu também te amaria, em silêncio. Em alguns anos, eu estaria me formando , e você estaria no topo da carreira. E você me levaria pra jantar e me pediria em casamento. Eu aceitaria. E seria uma linda história de amor.
Desconhecido (via cartas-rasgadas)
Você precisa mesmo de um celular novo, ou vai comprar porque todo mundo tá comprando? Você precisa mesmo de uma plástica ou só está preocupado com o que os outros dizem? Acha mesmo que vale a pena abrir mão do seu amor, porquê suas amigas dizem que ele não é bonito o suficiente pra você? Não te assusta ser manipulado? Não é estranho perceber que inconscientemente você faz o que os outros querem? Não te incomoda essa luta pra se encaixar por um padrão de poucos? É tão belo ser você mesmo, ser sem escravo de tendências. Talvez seja a hora de deixar de ser só mais um insensível, que vai de acordo com todo mundo, que existe mas nunca vive.
A menina e o violão. (via expelida)